quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O animal da semana

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. onca 


INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
  • A onça pintada é uma espécie carnívora e alimenta-se, principalmente, de capivaras, serpentes, coelhos, veados, antas e outros mamíferos de pequeno porte. Come também peixes que ela mesma captura em rios, pois possui a capacidade de nadar
  • O acasalamento da onça pintada ocorre em qualquer época do ano e a fêmea costuma gerar de 1 a 4 filhotes por ano. Quando nasce, o filhote costuma pesar 1 kg aproximadamente.
  • Esta espécie mamífera habita uma vasta região que vai do sul dos Estados Unidos até a Argentina. Esta presente em grande quantidade nas matas e florestas tropicais do Brasil.
  • Possui mandíbulas muito fortes e, por isso, atacam suas vítimas mordendo na região do crânio
  • O animal macho atinge a maturidade sexual por volta dos 3 anos, enquanto a fêmea alcança com apenas 2 anos.
  • A expectativa de vida desta espécie (vivendo de forma selvagem) é de 12 anos aproximadamente. Em cativeiro, a onça pintada pode passar de 20 anos.
  • Para caçar, as onças preferem o período da noite.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
:
Período de gestação: 95 a 110 dias
Comprimento: em média 1,80 m (macho) e 1,40 m (fêmea)
Peso:  aproximadamente 100 kg
Cor: mesclada de amarelo, preto e branco
Altura: aproximadamente 80 cm 

Fonte de pesquisa: http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/onca_pintada.htm

O meu avô, Odalberto Oliveira, me chamava de Peteleca e me contava que esse apelido eu ganhei por causa de uma onça chamada Peteleca, que fugiu do Zoo na década de 70 e ficou perdida por Salvador. 
Tive curiosidade de procurar algo sobre ela e achei esse arquivo sobre outra onça, a Peteleca II, que substituiu a primeira que, segundo o próprio arquivo, foi morta.
Herdei de meu avô e da onça Peteleca, o gosto pelo campo, o amor a natureza e a vida selvagem e a grande sede de liberdade.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O lixo que produzimos

O lixo é formado por tudo aquilo que consideramos inúti, velho, sujo ou indesejável, ou seja, aquele material que, por razões diversas, acaba jogado no lixo.
Atualmente o Brasil produz cerca de 61 milhões de toneladas de lixo por ano. A cada dia são cerca de 170 mil toneladas de resíduos. 
O lixo pode ser domiciliar, hospitalar, industrial, agrícola, atômico, espacial, eletrônico, etc.
O lixo domiciliar é o mais volumoso e variado. Você tem idéia da quantidade de lixo que produz por dia?

 O lixo do serviço de saúde, como o próprio nome sugere, provém de hospitais e clínicas médicas. Esse lixo é muito especial e perigoso. Como ele é contaminado com agentes de inúmeras doenças, só pessoas treinadas podem lidar com ele.
Os resíduos industriais formam o lixo industrial. O tipo de indústria vai determinar o tipo de resíduo que ela produz.
Já os resíduos da construção civil constituem um problema à parte, devido a seu grande volume, que é de fato maior que o do lixo domicilar. A cidade de São Paulo, por exemplo, produz, por dia, 18 mil toneladas desse tipo de lixo. 
As atividades agrícolas também produzem lixo. O lixo agrícola contém restos de colheitas, sobras de fertilizantes e agrotóxicos usados nas lavouras.


 O lixo atômico, também conhecido como lixo nuclear, é o mais perigoso por ser formado por materiais que contém elementos ou substâncias radiotivas.
Outro tipo de lixo que tem despertado preocupação, pois só tende a aumentar, é o lixo espacial. Ele é formado por satélites, sondas e foguetes desativados ou seus fragmentos. Esses refugos representam perigo para os novos artefatos lançados no espaço. Também existe a possibilidade de cairem na superfície da Terra e causarem acidentes, além de contribuirem para aumentar o volume de lixo por aqui.

O lixo é considerado um fator de poluição ambiental. Além de tornar feio o local onde se encontra, produz mau cheiro e atrai visitantes indesejáveis, como ratos, baratas, moscas, etc. 
Copos plástico, papel, latas de alumínio e outros materiais jogados nas ruas, entopem bueiros, impedindo o escoamento da água da chuva e provocando inundações. 
Todas as vezes que você for jogar lixo pela janela do seu carro ou do ônibus, ou chupar aquela bala e resolver jogar o papel (Tão pequenino.Que mal vai fazer?) na rua, lembre-se dessas imagens. Mas, lembre-se também que a responsabilidade pela limpeza urbana não é só da prefeitura de sua cidade. É sua também. 
Lugar de lixo é na lixeira.

Gentileza Urbana. Pratique!!!
Sempre.

Fonte de pesquisa: Lixo (autora Suzana Fancchini


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Idéias para reduzir a produção de lixo

  • Só jogue fora o que realmente não puder ser mais usado por ninguém
  • Faça circular materiais que possam servir para outras pessoas (roupas, móveis, sapatos, aparelhos domésticos, livros, brinquedos, etc.)
  • Reutilize embalagens para outras funções, como potes, porta-trecos e tudo mais que sua criatividade sugerir.
  • Apoie as atividades de recuperação e reutilização dos objetos
  • Aproveite o lixo orgânico para preparar compostos para hortas e jardins
  • Utilize o papel dos dois lados
  • Prefira embalagens reutilizáveis ou recicláveis
  • Compre produtos reciclados pois eles ajudam a reduzir o lixo
  • Nunca jogue lixo nas ruas ou em locais públicos. Lugar de lixo é na lixeira
  • Faça a coleta seletiva na sua residência. Separe seu lixo
O planeta agradece!!!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Simpósio Internacional

 
 
Simpósio internacional
18/11/2010, 9:00 – 17:00 h
19/11/2010, 9:00 – 17:00 h
Teatro do Goethe-Institut Salvador-Bahia/ICBA
Entrada franca
71-3338-4700
progr@salvadorbahia.goethe.org
"As mudanças climáticas e um contínuo aumento da temperatura global são problemas urgentes no mundo contemporâneo. As suas conseqüências, especialmente para a saúde humana, são sérias, mas se dão lentamente, de modo quase imperceptível. Não obstante, são cumulativas e provavelmente irreversíveis. O aumento geral de temperatura, especificamente nas cidades, é multiplicado por processos aparentemente inerentes à ação de urbanização. Entretanto, na realidade é provocado por um determinado modelo de planejamento urbano e arquitetônico que consiste em sua própria causa intrínseca. Este modelo, que é acompanhado por um aumento da motorização, implica a destruição de áreas verdes, impermeabilização da superfície do solo, verticalização e adensamento construtivo. Em virtude disso, torna-se imperativo conscientizar a opinião pública sobre as consequências das transformações climáticas e a necessidade de medidas imediatas para combater os efeitos de um planejamento urbano equivocado. Caso contrário, o problema poderá provocar desde efeitos negativos diretos até a grave deterioração da saúde de largas faixas da população.
É com este intuito que se realizar o simpósio, que conta com a participação de especialistas internacionais (Michael Bruse, Universidade de Mainz/Alemanha, Stefan Willich, Hospital Charité, Berlim), nacionais (Eleonora Sad de Assis, UFMG), e pesquisadores locais do Laboratório de Conforto Ambiental (LACAM - UFBA), Instituto de Saúde Coletiva (UFBA), Curso de Urbanismo (UNEB), além de especialistas em planejamento da PMS e SEDUR e representantes de outras instituições co-organizadoras do evento, como a SECTI, GAMBA, ABEBA e Goethe-Institut/ICBA.
Pretende-se promover o diálogo entre a área científica e os diversos agentes promotores da urbanização sobre as conseqüências para o clima e a saúde pública da cidade de Salvador. "

Participem.


 

Lançamento da edição especial National Geographic




quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Um cantinho de orações na praia.

Esse cantinho de oração fica na praia de Madre de Deus-BA.
É aberto a qualquer um, de qualquer credo, que queira orar sozinho ou para um público.
Muito legal, não acham?